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Dizem que todo pescador é mentiroso, na verdade algumas histórias são até que suspeitas, más, outras são bem reais
Tendo em vista cada um analisar a veracidade destes contos, o GPP trás este canto muito interessante com o pescador e seus causos. Sugerido por um membro do fórum.
Mande também seu causo, caso, conto ou história, para que o pescador internauta conheça esses momentos e tire suas conclusões!
"Clique aqui" e envie o seu Causo.
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Contador: Rodrigo Moreira Fernandes
Cidade: Rio de Janeiro/RJ
Causo: Estava eu, pescando na reserva da barra, mais precisamente em março de
2005. Na ocasião estava chovendo, porém o mar estava uma beleza e os peixes com
muita fome. Estava animado, pois já tinha matado alguns peixes e aí começou a
encostar baiacu.
E aí peguei um tão grande que nem quiz mais pescar, busquei minha
namorada em campo grande e segui para minha casa que fica em Honário Gurgel. Já em
casa fui mostrar o peixe a ela e me dei conta que a minha mochila com todo material
de pesca, carteira com dh e todos os documentos(carro e meus) ficara esquecida na
praia.
Saí correndo de casa novamente para a praia, embora já tivesse acontecido a
mais de quatro horas a ochila encontrava-se no mesmo lugar me esperando. Foi muita
sorte mesmo!
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Contador: Elton
Cidade: Águas de Lindóia/SP
Causo: Pescando em Nova Almeida -ES, na foz do Rio Reis Magos ( março/2009 ),
com a maré subindo muito lenta, 20 pescadores, cada um com 2 varas, inclusive eu,
com um equipamento pesado e outro untra leve ( vare de 1,20 metros, linha especial n
30, molinte compatível).
Pescamos das 16 ás 20 horas, sem que ninguem tivesse uma única ação. Quando decidimos ir embora, eis que na vara pequena bateu um peixe, que
briguei com ele por uns 20 minutos. Em seguida, mesmo com a fricção máxima, o bruto
foi tomando toda a linha ate acabar. Entao fui obrigado, aos poucos dar ponta de
vara (estavamos nas pedras e nao podia avançar) e aí o bicho saltou vimos que era um
robalo) e arrebetou a linha. Foi uma sensação incrível, parecia que havia um carro
puxando o anzol. Perdi o peixe, mas mesmo assim fiquei feliz.
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Contador: Julio
Cidade: Vitória/ES
Causo: Eu e Lío fomos pescar chicharro na segunda bóia de passagem de navio que
fica na praia de camburi e perto do porto de tubarão em vitória-Es. Neste dia o mar
batia muito para o nosso barquinho de alumínio de 4 mt porem como estava na época de
pescar o chicharro amarramos o barco na bóia amarela e começamos a pescar e eram
tantos os peixes que acabaram com o nosso camarão e na sacola onde estavam o camarão
meu amigo teve a idéia de colocar pequenos pedacinhos da sacola nos anzóis e pra
nossa surpresa não e que pegamos mais uns 30 peixes do total de 386 que pescamos
naquele dia. Pena que não tínhamos mais sacolas.
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Contador: Ricardo Marcelino
Cidade: Natal/RN
Causo: Tava eu a pesca na praia de santa rita em natal/rn num local chamado de
giz por ter suas areias brancas, logo quando cheguei observei q havia um bando de
teteus ou quero-queros, e eu pensando tomara q morra algo hoje pq a pesca esse dia
tava ruim nao é q quando fui arremeçar o danado do bando passou na minha linha de
visada na hora do arremeço e foi so no q deu derrubei o pobre do tetel e pior bem na
hora q a guarda ambiental vinha passando ainda bem q eles viram q eu nao tinha culpa
do caso ocorrido eu retirei o bicho e levei pra o aquario natal la perto onde os
biologos morreram de rir da historia q eu e os policias contamos na hora de entrega
do bicho.
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Contador: Fabio Pescador
Cidade: Rio de Janeiro/RJ
Causo: Estavamos pescando eu e mais um companheiro em uma praia na ilha do
governador, e ao lado tinha 4 urubus bem nas pedras meu amigo lanco a sua linha na
agua e depois ficou espantando os urubus, foi quando um deles se enrolou na linha
dele e caiu na agua nisso foi uma briga feia pra tirar o bicho da agua, mais ele
acabou arrebentando a linha e saiu da agua, isso aconteceu mesmo.
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Contador: Silvio Roberto da Cunha Barreto
Cidade: São Gonçalo/RJ
Causo: PEIXE SUÍNO - O caso que vou contar a seguir aconteceu com meu primo no
início dos anos 70, século passado no rio Macaé, que não tem mais do que 40 m de
largura. Um de seus colegas de trabalho ficou sabendo que o rio estava cheio de
peixes e lhe convidou para uma pescaria no final de semana. Aceitamos o convite e
começamos a organizar as tralhas. Um de seus amigos, o João, resolve comprar
equipamentos para pesca pesada. Ele estava entusiasmado, pensando que finalmente
teria a oportunidade de fisgar um belo pintado ou jaú com mais de 60 kg.
Na sexta-feira, colocaram todas sua tralhas em uma variant 71 e foram viajar. Chegaram
ao local por volta das 23hs. Enquanto tirava as coisas do carro, o João arrumou seu
equipamento e foi direto para beira do rio, com uma lanterninha que não iluminava
nem um palmo adiante do seu nariz. Mesmo assim, ele conseguiu iscar o anzol com um
minhocuçu, e soltou o braço, fazendo um belo arremesso.
O problema é que os peixes estavam dormindo. O João decidiu colocar o caniço na secretaria, fincou-o no
barranco regulou a fricção e foi ajudar o pessoal a fazer o rango. A noite estava
muito escura e o lampião mal iluminava a cozinha. Estavam iniciando o jantar quando
ouviram a fricção do molinete cantar. João saiu em disparada, pegou o molinete e deu
uma boa fisgada. Meu primo pegou uma filmadora e começou a registrar toda a cena. A
força do peixe era terrível. Parecia que o João tinha ferrado uma baleia.
Do molinete saia até chispa de fogo, mas meu amigo estava firme na luta. A presa era
realmente uma ótima adversária. Foi neste momento que ele viu o que João tinha
pescado: um porcão enorme. Risadas geral gozaram o cara a noite toda.Retiraram o
bicho da água, o amarraram pelos pés em uma árvore e foram dormir. No outro dia, ao
amanhecer, três policiais os acordaram com um mandado de prisão. A queixa era o
roubo de um porco. Ele tentou explicar que o animal tinha sido fisgado pelo colega
João e que queriam devolvê-lo ao seu dono.
Em seguida, chegou o proprietário do
porco. Explicou toda a cena e afirmou que, para provar o que estava dizendo, poderia
mostrar a fita gravada. O resultado foi que o dono do animal retirou a queixa, e lhes
ofereceu um bom café da manhã e ainda deu o porcão para o João.O difécil foi
retornar da viagem em uma Variant com cinco pessoas e mais um porcão de 80kg.
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Contador: Carlos Cardoso
Cidade: Diadema/SP
Causo: Fui fazer uma pescaria com amigos na plataforma em Mongagua. Peguei minhas
tralhas e comecei a montar depois de terminar arremecei passou alguns minutos e deu
aquele tranco na linha e comecei a enrrolar a linha e estava bem pesado começou a
ficar cheio de pessoas ao meu lado eu ali numa força só quando me aparece uma sunga
preta... Meus amigos Fernando e Marquinhos são testemunhas...rsrsrsrsrsrs...
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Contador: Luis Carlos
Cidade: São Paulo/SP
Causo: Fui pescar um dia de semana a noite, no morro do maluf (guaruja-sp), em
frente aos edifícios que existem alí. Após colocar um camarão bem encorpado no
anzol, levantei a vara por trás da cabeça para efetuar o arremesso. No ato de mandar
a isca para o meio do mar percebi um grande peso e o miado de um gato preto que se
aventurou em abocanhar o camarão no momento em q o anzol estava próximo ao chão por
trás de mim. Para recumir o gato ficou tão louco q não consegui tirar o anzol da
boca dele.
Tive de cortar a linha. O mesmo saiu em disparada para dentro do
estacionamento do edifício, escondendo-se por baixo dos automóveis, fiquei com muita
do do bichinho, mas não pude fazer nada. acredite..
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Contador: Alexandre Ribeiro
Cidade: Rio de Janeiro/RJ
Causo: Estava eu pescando em copacabana posto 4, dei um arremesso forte de 110m
+- com modelo de chumbo bala, ate tudo normal depois de uns 5 minutos a vara de
pesca da uns toques, puxando a linha nao senti peso na linha mais quando a pernada sai
da agua vejo uma cocoroca atravesada na linha qdo levanto vejo que quando fiz o
arremesso e chumbo desce ela atravessa a cocoroca no meio..rsrrsrsr..cara qdo conto
isso ninguem acredita mais essa foi minha maior experiencia de 12 anos de
pescaria..... vlw abraços a todos
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